segunda-feira, 6 de abril de 2015

Túnel Kyiotaki

Conta a história de um túnel que foi construído em 1927, ele possui 444m de comprimento. 
Kyiotaki foi considerado amaldiçoado por causa dos trabalhadores que morreram quado construíam o túnel. Eles morreram porque eram tratados como escravos. 
As pessoas que morrem naquele túnel foram vítimas dos espíritos dos trabalhadores. 
Dizem que os fantasmas podem ser vistos a noite e as vezes provocam acidentes graves possuindo os carros. Mas não é apenas assim que eles provocam acidentes, dizem que lá dentro há espelhos e que se olhar para esses espelhos, você será vítima de um fantasma.

Glossário:
444: No Japão, 4 é conhecido como um número que traz azar. Para os Norte-Americanos, normalmente é número 13.

A virgem do poço



Havia no Japão Feudal do século XVII uma bela jovem de nome Okiko. Essa jovem era serva de um Grande Senhor de Terras e 
Exércitos, seu nome era Oyama Tessan. Okiko que era de uma família humilde, sofria assédios diários de seu Mestre, mas sempre conseguia se manter longe de seus braços.

Cansado de tantas recusas, Tessan arquitetou um plano sórdido para que Okiko se entregasse à ele. Certo dia, Tessan entregou aos cuidados de Okiko uma sacola com 9 moedas de ouro holandesas -mas dizendo que havia 10 moedas- para que as guardasse por um tempo. Passado alguns dias, Tessan pediu que a jovem devolvesse 
as "10" moedas. 

A donzela, ao constatar que só havia 9 moedas, ficou desesperada e contou as moedas várias vezes para ver se não havia algum engano. Tessan se mostrou furioso com o "sumiço" de uma de suas moedas, mas disse que se ela o aceitasse como marido, o erro seria esquecido. 
Okiko pensou a respeito e decidiu que seria melhor morrer do que casar com seu Mestre. Tessan furioso com tal repúdio, agarrou a jovem e a jogou no poço de seu propriedade. Okiko morreu na hora.
Depois do ocorrido, todas as noites, o espectro de Okiko aparecia no poço com ar de tristeza, pegava a sacola de moedas 
e as contava... quando chegava até a nona moeda, o espectro suspirava e desaparecia. Tessan assistia aquela melancólica cena todas as noites, e torturado pelo remorso, pediu ajuda à um amigo para dar um fim àquela maldição.
Na noite seguinte, escondido entre os arbustos perto do poço, o 
amigo de Tessan esperou a jovem aparecer para dar fim ao sofrimento de sua alma. 
Quando o fantasma contou as moedas até o 9, o rapaz escondido gritou: ...10!!! O fantasma deu um suspiro de alívio e nunca mais apareceu. 

sábado, 4 de abril de 2015

Hyaku Monogatari

Convide seus amigos, acenda 4 velas e conte histórias de terror!
A Hyaku Monogatari é uma ''brincadeira'' de que muitas pessoas se reúnem para contar histórias de terror. 
Mas pra que as velas?
As velas tem a função de fazer uma kekkai contra os espíritos das histórias. 
Quando um começa a contar a história, ele terá que apagar a sua vela, e quando terminar, outro participante terá que apagar a sua vela e começar a contar a sua história.
Mas cuidado! Você não pode sair da brincadeira, senão os espíritos podem te assombrar para o resto da vida. Então relaxe, enquanto estiver na kekkai, nenhum espírito poderá entrar.

Glossário:
Kekkai: Uma espécie de barreira. 
  
 

A história de Another é real!

Pra quem assiste ou já assistiu Another, já deve saber que foi baseado em fatos reais! 
Um dos mais sinistros casos envolvendo crianças psicopatas assassinas ocorreu no Japão. Em 15 de Março de 1997, Ayaka Yamashita, de 10 anos, foi encontrada morta em um beco na cidade de Kobe. Ela havia sido espancada até a morte com uma barra de ferro. Três outras garotas foram atacadas na mesma região. Elas descreveram o atacante como um “menino”. Um mês depois, em 27 de maio de 1997, um estudante de 11 anos chamado Jun Hase desapareceu na frente do portão do colégio. Sua cabeça foi encontrada 3 dias depois pelo zelador um pouco antes dos estudantes entrarem. O estudante fora decapitado com uma serra manual e para dar um ar de filme de terror ao assassinato, havia um bilhete dentro da sua boca, escrito com tinta vermelha. O assassino também usou um símbolo de cruz na carta, símbolos semelhantes foram encontrados pintados nas paredes perto da escola primária onde a cabeça foi encontrada. Dois gatos mutilados também foram encontrados do lado de fora do portão principal da escola secundária onde a cabeça do garoto foi encontrado. Fontes policiais disseram que carcaças de gatos mutilados também foram encontrados perto das duas outras cenas de crime antes que os ataques ocorressem.
Dizia a carta:
“Isto é o começo do jogo… Policiais detenham-me se puderem … Desejo desesperadamente ver pessoas morrendo. É uma excitação, para mim, assassinar. É necessário um julgamento sangrento para os meus anos de grande amargura.”

A pior coisa sobre o caso de Sakakibara é que todos podem ter visto que algo não estava bem. Contudo nem sua família – nem o Japão – perceberam os sinais indicadores. As crianças japonesas são confrontadas com uma educação e uma bateria de exames educacionais bem acima do que uma criança de 6 anos poderia aguentar, seu desempenho determina eficazmente seu futuro inteiro, por isso logo cedo é decidido se irão a uma escola elementar boa, ou uma das escolas de estaduais (consideradas ruins). Os pais não têm nenhuma fé no sistema do estado, e a mãe de Sakakibara não era nenhuma exceção; ela pressionou os encarregados acadêmicos, mesmo que psicólogos a advertissem que seu filho era mentalmente instável. Em suas declarações, ele disse que matou seu colega como um ato de “vingança” contra o sistema escolar implacável.
Escreveu também em seu diário: “eu realizei experiências hoje para confirmar como os seres humanos são frágeis… Eu coloquei em ação o meu martelo quando a menina virou para me enfrentar. Eu penso que eu bati apenas algumas vezes, mas eu estava excitado demais para recordar.” Na semana seguinte, escreveu sobre o assunto: “esta manhã minha mãe me disse: ‘ Pobre menina, a menina atacada parece ter morrido.’ não há nenhum sinal de que meu caminho esteja sendo desviado…Eu agradeço, deus Bamoidooki, por isso… Continue por favor a proteger-me.” O Bamoidooki imaginário é uma cabeça flutuante de Buda com um símbolo da suástica japonesa.
Três anos depois dos acontecimentos, a responsabilidade criminal no Japão baixou de 16 anos para 14 anos em conseqüência dos assassinatos de Sakakibara Por ser menor de idade ele não foi julgado como adulto e seu nome não foi divulgado. Ele ficou conhecido no Japão como “Garoto A”. Passou 6 anos em tratamento em um hospital psiquiátrico e em 2003, ele foi julgado para ser “curado” de seu sadismo sexual e compulsão para matar.

Papel vermelho ou papel azul?

Essa lenda se passa nos banheiros públicos japoneses, e aí você se pergunta, por que existe uma lenda que se passa em um banheiro?
Quando você for nos banheiros públicos, terá que ver se tem papel higiênico, se não tiver acho melhor você usar em sua casa. Pois dizem que existe um espirito que assombra os banheiros públicos japoneses. Ele irá perguntar se quer papel vermelho ou papel azul. Se escolher papel vermelho, ele irá te virar do avesso e se escolher o papel azul, ele vai te cortar em pedacinhos.
Bem, ninguém sabe se isso é real. Mas eu recomendo não usar nenhum banheiro público, tanto no Japão quanto no Brasil.

Kuchisake Onna

Cuidado quando estiver passeando anoite pelas ruas do Japão, pois a Kuchisake Onna pode está a sua espera! 
Kuchisake Onna é uma mulher com a sua boca rasgada até as bochechas, seus lábios se parecem com os do Coringa, a única diferença é que parece que cortaram a boca dela com um bisturi.
Kuchisake Onna aparece na sua frente com uma máscara de enfermeiro no rosto, então pergunta:-''Eu sou bonita?''- Se você responder não, ela irá te matar, mas se disser sim, ela irá tirar a máscara e mais uma vez iá te perguntar se ela é bonita. Se disser não ela irá te matar de qualquer jeito, mas se disser sim, ela irá cortar a sua boca igual a dela.